Envio em lote: agilidade no envio de documentos para vários signatários
Ingrid Menezes
outubro 2, 2024
A paz no caos operacional de documentos.
RESUMO DO ARTIGO
Como fazer rubrica é uma dúvida comum para pessoas que começaram a usar a assinatura eletrônica e digital. Isso acontece porque a rubrica é muito utilizada na assinatura tradicional, aquela manuscrita, com papel e caneta. Ela é uma forma de reforço que confirma a leitura do conteúdo, já que está sendo assinado página a página. […]
Como fazer rubrica é uma dúvida comum para pessoas que começaram a usar a assinatura eletrônica e digital.
Isso acontece porque a rubrica é muito utilizada na assinatura tradicional, aquela manuscrita, com papel e caneta. Ela é uma forma de reforço que confirma a leitura do conteúdo, já que está sendo assinado página a página. Além disso, evita alguns tipos de adulteração, por exemplo, adicionar uma página ao documento depois de assinado.
Mas e quando usamos uma assinatura digital? Como fazer rubrica em todas as páginas? Ela ainda consegue garantir a integridade do documento mesmo em ambiente digital? Tiramos essas e outras dúvidas sobre o assunto a seguir.
A rubrica é um conjunto de letras e/ou símbolos que representam a abreviação da assinatura de uma pessoa.
Como dissemos anteriormente, ela é muito utilizada em documentos físicos, onde é comum rubricar todas as folhas de um contrato, por exemplo, como garantia de leitura e integridade do documento.
Assim como a assinatura final funciona como um aceite geral dos termos e condições de um contrato, as rubricas em todas as páginas mostram que o signatário leu o que estava lá e está ciente e de acordo.
Não existe uma exigência legal sobre o uso da rubrica, salvo raras exceções. Uma delas é no mercado imobiliário. Em contratos de compra e venda de imóveis, é necessário a inserção de uma cláusula de multa que precisa de uma assinatura na página específica em que aparece, por exemplo.
Certo. E quando migramos para a assinatura eletrônica? Como fazer rubrica no ambiente digital?
No mundo das assinaturas eletrônicas – com ou sem o uso de certificado digital – também é possível criar rubricas. Aqui, ela cumpre essa tradição dos contratos em papel, trazendo este elemento de forma visual, da mesma forma em que é feito na assinatura manuscrita e presencial.
No entanto, é importante ressaltar que no mundo digital, a rubrica em si não é a responsável por garantir o aceite e integridade do documento, pois existem outras tecnologias capazes de assegurar a validade jurídica e segurança.
Quando o signatário assina um documento de forma eletrônica, essa assinatura não acontece apenas na última página de um documento, como seria no mundo físico. O arquivo é assinado como um todo, eliminando a chance de contestação ou repúdio.
Além disso, meios eletrônicos usam de criptografia avançada para garantir que o documento não sofreu adulteração durante todo o processo de assinatura, desde a sua criação até o download do arquivo assinado.
Vamos entender melhor como a criptografia funciona contra fraudes e adulterações no documento.
No mundo das assinaturas eletrônicas o que garante a integridade de um documento é o código hash. Mas o que é isso?
O hash é uma representação criptográfica do conteúdo do documento, funcionando como uma “impressão digital” eletrônica. Ele é gerado quando o documento é criado. Qualquer alteração mínima em seu conteúdo resultará em um código hash completamente diferente, garantindo assim que o arquivo original não sofreu nenhuma alteração após a sua assinatura.
Quando o signatário assina um documento em uma plataforma de assinatura eletrônica usando um ponto de autenticação, esses dados são associados ao hash, criando um registro imutável de quando e quem assinou o documento.
Esse processo garante não apenas a integridade do documento, mas também a identidade do signatário, proporcionando uma camada adicional de segurança e confiabilidade ao processo de assinatura eletrônica.
Como dissemos, a rubrica é um elemento visual importante em contratos assinados eletronicamente, principalmente pela tradição que envolve seu uso, visto que a segurança e integridade do documento estão asseguradas por criptografia de ponta.
Na D4Sign, inserir rubricas é muito simples, através do recurso Posicionamento de Assinatura.
Faça o upload do documento que você deseja enviar para assinatura. Quando a visualização do documento abrir, basta clicar no local em que você deseja que a rubrica apareça;
Vale lembrar que o signatário precisa configurar a sua rubrica na nossa plataforma antes de assinar o documento. Mas não se preocupe, caso ele não tenha uma configurada, o sistema criará uma automaticamente com as suas iniciais.
O processo é bem simples. Veja o passo a passo para configurar a sua rubrica digital na D4Sign:
Outro ponto importante é que as rubricas só vão aparecer para quem enviou o documento depois que ele for assinado por todos os signatários, fazendo o download do documento. Ela aparecerá como se fosse um “visto”, pois o pin da rubrica é 30% menor do que o usado para assinatura.
Vale reforçar que este é apenas um recurso visual. As rubricas em todas as páginas de um documento digital não asseguram sua integridade e sim o código hash. Por isso, o uso da rubrica é opcional. A segurança e validade jurídica estarão garantidas mesmo se você não posicionar rubricas no seu documento.
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Produtora de conteúdo e especialista em SEO com quatro anos de experiência em marketing digital. Hoje, aplica essa bagagem no setor de tecnologia, com foco em assinaturas eletrônicas e digitais. Acredita que a inovação só faz sentido quando é acessível. Por isso, utiliza uma escrita clara e humanizada para transformar temas complexos em soluções práticas, ajudando você a resolver dúvidas e otimizar sua rotina.
Muito mais que assinatura eletrônica.
A paz em meio ao caos operacional de documentos.