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Prova de vida: o uso do vídeo-selfie como liveness detection

RESUMO DO ARTIGO

Não é novidade que a tecnologia tem transformado a forma em que realizamos algumas tarefas. Se antes a abertura de uma conta bancária ou a assinatura de um documento eram processos burocráticos e presenciais, hoje já é possível realizá-las via smartphone com o uso do liveness detection como prova de vida. Tecnologia baseada na verificação […]

Não é novidade que a tecnologia tem transformado a forma em que realizamos algumas tarefas. Se antes a abertura de uma conta bancária ou a assinatura de um documento eram processos burocráticos e presenciais, hoje já é possível realizá-las via smartphone com o uso do liveness detection como prova de vida.

Tecnologia baseada na verificação da biometria facial, a prova de vida é cada vez mais utilizada como forma de validar que o indivíduo é realmente quem ele diz ser e está vivo, realizando determinado processo em tempo real.

Vamos entender melhor como funciona o liveness detection e como o utilizamos na assinatura digital de documentos.

O que é prova de vida ou liveness detection

Liveness detection ou face liveness é uma prova viva de que o indivíduo que está realizando determinada ação é realmente quem ele diz ser.

A prova de vida usa algoritmos para analisar dados captados por sensores biométricos. Assim, ela pode validar se o usuário em questão está realmente vivo ou se é uma mera reprodução. Além disso, é possível captar e analisar o movimento dos olhos e lábios, detecção de reflexo em vídeo e de movimento com zoom, por exemplo.

O principal objetivo da prova de vida é evitar falsificações de identidade. Por meio dela, é possível determinar se um indivíduo está realizando de fato uma ação pelo smartphone naquele momento ou se está apenas usando uma imagem estática para cometer uma fraude.

Existem dois tipos de prova de vida: a ativa e a passiva. Vamos conhecer cada uma delas a seguir.

Prova de vida ativa

Para o modo ativo da prova de vida é exigido que o usuário realize uma ação que não pode ser facilmente reproduzida com uma falsificação. Por exemplo, em determinado momento do vídeo-selfie é solicitado que o usuário sorria, pisque, mexa a cabeça para os lados ou faça algum movimento com os olhos.

Além disso, a análise ativa também pode fazer outros tipos de verificação. Por exemplo, solicitar o pressionamento de teclas e a utilização do alto-falante, a fim de averiguar se o som corresponde ao movimento da boca e determinar se há vivacidade na voz.

Prova de vida passiva

No modo passivo, a prova de vida é realizada sem que seja necessário nenhuma interação por parte do usuário.

Nestes casos, a análise é feita por meio da coleta de dados biométricos de altíssima qualidade e precisão, permitindo um alto desempenho dos algoritmos na detecção de correspondência e vivacidade.

Além disso, a detecção liveness passiva analisa micro alterações em luz e movimento na imagem, características singulares a interações feitas por pessoas reais, e não por reproduções.

Vale ressaltar que a prova de vida passiva não deve ser confundida com o Face Math ou correspondência facial. Essa é uma tecnologia que compara a imagem do rosto do indivíduo com a do banco de dados a fim de checar se é a mesma pessoa.

Quando e onde a prova de vida é usada

De forma geral, utiliza-se a prova de vida em situações em que é necessário validar não só a identidade da pessoa, mas também que ela está viva e realizando a ação naquele momento. 

No entanto, existe maior adesão em sites e aplicativos de instituições financeiras, seguros, saúde, corretoras e plataformas de assinatura eletrônica.

Um caso muito famoso de uso do liveness detection é o INSS – Instituto Nacional do Seguro Social. Ano após ano, a Previdência Social sofre prejuízos decorrentes de falsificações de identidade para recebimento fraudulento de benefícios.

Para combater esse problema, o órgão exige a prova de vida para que os aposentados e pensionistas continuem recebendo o benefício. Durante muito tempo, esse processo era feito presencialmente em uma agência bancária. No entanto, isso gerava transtornos para idosos e pessoas com deficiência, cuja locomoção é limitada.

Com a pandemia, muitos processos antes presenciais tiveram que migrar para o digital. Assi, desde 2021, o INSS possibilita fazer a prova de vida remotamente pelo aplicativo Gov.br, usando a tecnologia de prova de vida ativa.

Quais são os benefícios do liveness detection

Como dissemos, a prova de vida é muito utilizada por sistemas e aplicativos em que é necessário interação do usuário de forma remota, a fim de validar não só a identidade, mas que a pessoa está viva e realizando aquela ação naquele momento.

Esse tipo de validação traz diversos benefícios para empresas e usuários. Veja os principais.

Segurança e redução de fraudes

Sem dúvidas, esse é o maior benefício que o liveness detection traz para o processo. 

A prova de vida reduz os roubos de identidade e consequentemente de fraudes, uma vez que assegura que uma pessoa real está realizando o processo no smartphone e não usando uma imagem estática ou máscara.

Experiência do usuário

O liveness detection possibilita que as validações sejam muito mais rápidas, intuitivas e seguras. 

Seja para realizar o onboarding digital, fazer login em sites e aplicativos ou assinar documentos, a tecnologia evita deslocamentos, a criação de senhas e a coleta de dados e documentos. 

Ao oferecer uma prova de vida segura, rápida e prática, o liveness detection contribui para a melhoria da experiência do usuário.

Integração com outras soluções

Mais uma vantagem do liveness detection é que ela pode ser combinada com outras soluções para aumentar ainda mais a segurança nos processos.

Para além da prova de vida, essa tecnologia pode ser combinada com tecnologias de reconhecimento facial, como o Face Math, por exemplo.

Aqui na D4Sign desenvolvemos o D4Sign Score, que combina a autenticação vídeo-selfie (prova de vida) com dados cadastrados no gov.br. Basicamente, ele compara o vídeo-selfie gravada pelo signatário com os seus documentos registrados no Governo Federal, a fim de validar a sua identidade.

Autenticação por vídeo-selfie como prova de vida

Na D4Sign, oferecemos uma autenticação por vídeo-selfie, que usa a tecnologia de liveness detection para validar a identidade e a prova de vida do signatário no momento da assinatura, assegurando de que é ele mesmo que está assinando e não usando uma imagem estática ou máscara fraudulenta.

Essa autenticação traz uma camada extra de segurança para a assinatura dos seus documentos. Ela está disponível para todos os nossos clientes, independente do plano contratado e não possui custo adicional.

Enviar e assinar documento com vídeo-selfie 

Para enviar um documento para assinar com vídeo-selfie é bem simples. 

Faça o upload do documento em nossa plataforma, adicione o signatário e depois selecione a “autenticação por vídeo-selfie com reconhecimento facial” na caixa de seleção “autenticação extra”. Caso o documento tenha mais de um signatário e você queira que todos assinem usando o vídeo-selfie, repita esse processo para cada um deles.

O signatário receberá o documento por e-mail ou WhatsApp (caso você tenha contratado o serviço) com instruções para a assinatura. É bem intuitivo, basicamente ele usará a câmera do smartphone para gravar um vídeo fazendo algumas ações específicas, como sorrir e manter a expressão neutra. Depois esse vídeo é criptografado, processado e registrado para análise biométrica. O signatário deverá seguir com o processo de assinatura normalmente, conforme as instruções.

Se você quer ainda mais segurança para a assinatura dos seus documentos, recomendamos usar a nossa autenticação que combina o vídeo-selfie com os dados do Governo Federal, que citamos anteriormente. Aproveite e conheça o D4Sign Score, autenticação com maior nível de acuracidade do mercado de assinaturas eletrônicas e digitais.

Escrito por:

Ingrid Menezes

Analista de Conteúdo

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Produtora de conteúdo e especialista em SEO com quatro anos de experiência em marketing digital. Hoje, aplica essa bagagem no setor de tecnologia, com foco em assinaturas eletrônicas e digitais. Acredita que a inovação só faz sentido quando é acessível. Por isso, utiliza uma escrita clara e humanizada para transformar temas complexos em soluções práticas, ajudando você a resolver dúvidas e otimizar sua rotina.

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